PTB de Roberto Jefferson com novo comando

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Foto: Divulgação.

O Partido Trabalhista Brasileiro elegeu nesta terça-feira (30/11) sua nova presidente. Graciela Nienov vai suceder o ex-deputado Roberto Jefferson, afastado do cargo pela decisão do ministro Alexandre de Moraes Supremo Tribunal Federal (STF) de mantê-lo preso, a despeito de não ter condenação criminal.

A escolha da nova presidente teve o apoio de Jefferson, que enviou uma carta da prisão à convenção nacional do PTB. O ex-deputado foi escolhido presidente de honra do partido. “Com Graciela Nienov, a base chega ao topo no PTB, provando duas coisas à classe política: no PTB a mulher tem vez e tem voz, e no PTB a mobilidade democrática traz dos movimentos de base ao assento mais alto da hierarquia do partido os nossos melhores combatentes”, escreveu Jefferson.

Graciela agradeceu a Jefferson pelo seu apoio desde que começou sua carreira política no Rio Grande do Sul. “Ao agradecer a todo o Diretório Nacional pela minha eleição, quero destacar a honra que é suceder Roberto Jefferson na cadeira de presidente deste partido histórico. Diariamente eu agradeço a esse homem por tudo que me proporcionou na minha vida na política”.

O PTB sempre foi conservador. O PTB jamais abandonou a luta em prol das famílias. É esse caminho que vamos seguir com força e coragem. O meu compromisso, ao assumir esta cadeira de Presidente, é reafirmar ao povo brasileiro que o PTB é o maior partido de direita do país, e vai continuar com todo afinco a se dedicar na defesa das famílias, dos valores cristãos, dos nossos pequeninos. Continuaremos aqui a construção iniciada por Roberto Jefferson, e trabalharemos para que o nosso partido seja a casa de quem defende a família, a Igreja, de quem não aceita que corrompam nossas crianças e jovens, que deturpem os nossos melhores valores. Vamos juntos mostrar a nossa força e vamos trabalhar com vontade em defesa do povo brasileiro”, completou.

PRISÃO DE ROBERTO JEFFERSON

O ex-presidente do PTB Roberto Jefferson está preso desde 13 de agosto por ordem de Moraes. O magistrado atendeu a um pedido da PF, que investiga uma suposta “organização criminosa que atuaria para desestabilizar a democracia e divulgar mentiras sobre ministros do Supremo”. A prisão ocorreu após o ex-deputado criticar o ministro. 

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