Se fosse um país, S. Paulo estaria em 11° em número de mortos

0
753
Foto: EBC.

O povo paulista costuma falar orgulhosamente de sua terra quando diz que se S. Paulo fosse um país seria uma das maiores e mais dinâmicas economias do mundo. Mas a locomotiva do Brasil está vivendo uma das maiores tristezas de sua história com a politização da pandemia pelo governador João Doria.

Hoje, ao olhar para a situação sanitária de seu estado, os paulistas verificam que se S. Paulo fosse um país, seria o 11° no mundo com mais mortes.

A própria situação do Brasil está sendo agravada pelo mau desempenho do seu estado mais importante. Ontem (30/03), o Brasil chegou à marca de 3780 mortes por COVID-19. Desse total, 1209 óbitos foram em S. Paulo, um percentual de 32%, quase um terço.

E apesar dos sucessivos recordes de óbitos desde o início do endurecimento das medidas restritivas, o governo paulista ampliou o período emergencial até 11 de abril.

Já perderam a vida pela COVID-19 desde o início da pandemia no estado um total de 73.492 pessoas. Um número maior que o de 226 países. Para efeito de comparação em relação à Argentina, cuja população é equivalente à de S. Paulo, o estado brasileiro tem um total de mortes por COVID-19 um terço maior que o dos argentinos.

Se a Assembleia Legislativa de S. Paulo não parar João Doria e a politização da pandemia pelo seu governador, o estado que é orgulho dos brasileiros seguirá matando seus filhos para favorecer as intenções presidenciais de um homem.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here