Omissão de diretores da FIOCRUZ em pedir ajuda às Forças Armadas coloca produção de vacinas em risco

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Foto: Agência Brasil.

A direção da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) não pediu ajuda às Forças Armadas diante da negativa de empresas aéreas de voar para o Brasil com os insumos para fabricação de vacinas.

O diretor da Bio Manguinhos, braço da FIOCRUZ que fabrica vacinas, disse que o alerta amarelo foi aceso diante de uma possível recusa das aéreas.

O blog O Antagonista perguntou ao Ministério da Defesa se a FIOCRUZ fez requisição de ajuda diante do alerta amarelo e o ministério respondeu: O Ministério da Defesa respondeu: “até o momento, não há qualquer demanda para o transporte de insumos para a fabricação de vacinas. No momento, as Forças Armadas atuam prioritariamente no apoio à vacinação, transporte de oxigênio e usinas de oxigênio para as localidades mais atingidas e evacuação de pacientes. Os aviões da Força Aérea Brasileira já voaram o equivalente a mais de 55 voltas ao mundo no âmbito da Operação Covid-19″.

Ao mesmo blog, disse a FIOCRUZ que “tem trabalhado para garantir todas as importações necessárias de insumos e reagentes para a produção da vacina Covid-19. Apesar da dificuldade de transporte internacional enfrentada por vários países, a instituição tem insumos garantidos para a produção das próximas semanas”.

O diretor da Bio Manguinhos Maurício Zuma não explicou porque não pediu socorro às Forças Armadas, apesar de ter acendido o sinal amarelo. A instituição também não informou quais as empresas aéreas que teriam se recusado a voar para o Brasil.

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