Esquerda reage com mentiras à operação contra aliciamento de menores no Jacarezinho

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Parte das armas apreendidas no Jacarezinho na operação. Foto: Reprodução da Internet.

A Operação Exceptis da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro gerou forte reação de políticos e partidos de esquerda. A corporação autuou ontem na comunidade do Jacarezinho para investigar o aliciamento de menores pelo tráfico de drogas.

A comunidade é totalmente controlada pelo crime organizado que oprime a população com o recrutamento forçado de menores e com frequentes interrupções no fluxo do ramal de trens da Supervia que corta o bairro, por exemplo.

A incursão da polícia na comunidade gerou forte reação dos criminosos. Os policiais defenderam-se e a troca de tiros gerou um saldo de 25 mortos, atingindo, inclusive, dois usuários do metrô e um policial.

Políticos e partidos de esquerda têm transmitido a informação falsa de que a polícia entrou na comunidade para matar deliberadamente e chamando a operação de chacina. Com ajuda dos militantes de esquerda presentes nas redações da grande imprensa, a mentira tem se espalhado como podemos ver nas imagens abaixo.

Imagem: Reprodução do Twitter.
Imagem: Reprodução do Twitter.
Imagem: Reprodução do Twitter.
Imagem: Reprodução do Twitter.
Imagem: Reprodução do Twitter.
Imagem: Reprodução do Twitter.
Imagem: Reprodução do Twitter.

A forte militância do PSOL nas redações dos jornais cariocas imediatamente passou a repetir o mesmo discurso com a estética jornalística, massificando a falsa ideia de ação violenta deliberada por parte da polícia, do tráfico como vítima e da população da comunidade como alvo e não como objeto da preocupação da polícia.

Imagem: Reprodução da Internet.
Imagem: Reprodução da Internet.
Imagem: Reprodução da Internet.
Em coletiva de imprensa, a polícia esclareceu que os 24 mortos são suspeitos de integrar organizações criminosas que controlam a comunidade. A operação prendeu seis suspeitos e apreendeu grande quantidade de armas e drogas.
O delegado Rodrigo Oliveira esclareceu ainda a legalidade e a necessidade da operação, além das circunstâncias que levaram às mortes: “Todos os protocolos definidos na decisão do STF foram cumpridos, sem exceção. Lamentavelmente teve muito confronto na comunidade. Não há de se comemorar esse resultado, tamanha a quantidade de pessoas que vieram a falecer, da mesma forma também que não existe a capacidade de qualquer pessoa querer de alguma forma nos confortar pela morte do nosso policial. Ele estava lá em defesa da sociedade, cumprindo o seu dever e acabou sendo vitimado logo no início dessa operação”.

MUDANÇA DE TOM

A reação da esquerda após a operação de ontem contrasta com posicionamento do principal líder da esquerda brasileira em julho de 2007, quando ele era presidente da República.

Na ocasião, Lula debochou dos críticos de uma ação no complexo do Alemão que matou 19 pessoas e deu a seguinte declaração ao lado do então governador do Rio e grande aliado, Sergio Cabral:

Nessa ação de vocês [governo do Estado do Rio] no complexo do Alemão, tem gente que acha que é possível enfrentar a bandidagem com pétalas de rosa ou jogando pó-de-arroz. A gente tem que enfrentá-los sabendo que muitas vezes eles estão mais preparados do que a polícia, com armas mais sofisticadas. A gente tem que enfrentá-los sabendo que a maioria do povo que trabalha lá é de gente trabalhadora, de bem, que não pode ficar refém de uma minoria”, disse Lula na ocasião.

Porém, após a operação de ontem (06/05) no Jacarezinho, Lula deu outra abordagem para o mesmo tema agora que está na oposição.

Imagem: Reprodução do Twitter.

 

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