(Editorial) Rogerio Lisboa mantém empresas fechadas, mas segue com obras no ano eleitoral

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Enquanto trabalhadores são demitidos por empresas que estão fechando, a Prefeitura segue com obras. Foto: Divulgação/Prefeitura.

Empresas falindo, postos de trabalho fechando. Esse é o resultado da quarentena que Rogerio Lisboa está impondo à Cidade de Nova Iguaçu. Impossibilitado de receber pacientes na estrutura da saúde municipal sucateada por sua gestão, Lisboa obriga os iguaçuanos à falência.

Mas parece que a preocupação do prefeito é apenas com os trabalhadores das empresas privadas. Os trabalhadores da Prefeitura seguem nas ruas trabalhando pela reeleição com as obras que ele não fez nos anos anteriores.

Qual a lógica disso? E onde o prefeito quer chegar? Após trabalhar incessantemente pela destruição da economia de Nova Iguaçu e obter o recorde brasileiro de desemprego, Rogerio Lisboa parece obstinado em busca da transformação de nossa cidade em um deserto econômico.

Preocupado em não permitir que um eventual aumento de casos de COVID-19 exponha a miséria do sistema de saúde municipal, o que seria péssimo em um ano eleitoral para ele, o prefeito exige a cota de sacrifício apenas dos empresários e trabalhadores privados.

O que nos parece é que o prefeito só tem dois objetivos: reeleger-se após um mandato ruim e destruir empregos e empresas. Resta saber até quando os iguaçuanos continuarão aceitando isso.

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