Dos 27 mortos no Jacarezinho, apenas três não tinham passagem pela polícia

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Imagem: Reprodução da TV.

Relatório feito pela Inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro no domingo (09/05) levantou os antecedentes criminais dos mortos na Operação Exceptis no Jacarezinho da última quinta-feira (06/05).

Dos 27 elementos mortos durante a ação policial, apenas três não tinham passagem pela polícia. Além dos 27, o policial civil André Leonardo de Mello Frias foi morto com um tiro na cabeça por criminosos durante a operação.

Quatros dos mortos estavam entre os 23 indiciados no inquérito policial que instruiu a operação. Estes são os nomes e os codinomes dos criminosos:

1) Richard Gabriel da Silva Ferreira (“Kako”)
2) Rômulo Oliveira Lucio (“Romulunzin”)
3) Isaac Pinheiro de Oliveira (“Perturbado”)
4) Maurício Ferreira da Silva (“Magneto”)

Segundo testemunhas, os três elementos que não tinham anotações criminais, tinham, porém, comportamentos desabonadores e suspeitos.

1) Diogo Barbosa Gomes, que chegou a ser notificado em um procedimento por desacato a policiais em 2014 e 2015;
2) Natan Oliveira de Almeida não tinha nenhuma passagem pela polícia. Em depoimento, um parente disse que descobriu que Natan estaria trabalhando para o tráfico do Jacarezinho havia três meses;
3) Caio da Silva Figueiredo, 17 anos, era da cidade de Paracambi e não tinha antecedentes. Em depoimento, uma familiar informou que ele era usuário de drogas e havia se mudado para a comunidade há poucos meses.

Os outros 12 mortos tinham antecedentes por crimes como furto a transeunte, roubo, uso de entorpecente, porte ilegal de armas e ameaça.

 

1 COMMENT

  1. Sou Oficial Da Policia Militar Gaucha,a Brigada Militar do RS. Lamentamos o número elevado de mortes,mas apoiamos irrestritamente a Ação Policial. Bandidos que atiram em Policia devem ter pena perpétua ou de Morte.

    Estivalete -Tenente Coronel Aposentado

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