Covaxin – A corrupção que foi sem nunca ter sido

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Imagens: Reprodução da TV, Agência Câmara e Agência Senado.

A mídia e a oposição estão há dois dias repercutindo uma acusação infundada e absurda de corrupção sobre um contrato que sequer foi celebrado e sobre um produto que não foi comprado pelo Governo Federal.

Com uma CPI sem rumo e que atira para todos os lados, o presidente da comissão parlamentar de inquérito da COVID, Omar Aziz, enfiou os pés pelas mãos soltando foguetes com o aparecimento da história contada pelo deputado Luís Miranda e repercutida pelo blog O Antagonista, de Diogo Mainardi.

A primeira acusação, que seria de sobrepreço na aquisição que sequer aconteceu, já desapareceu do noticiário. Mas foi uma suposta proposta de preço 1000% por mais cara que deu a ignição na fake News que, apesar de não ter qualquer fundamento fático, continua sendo repercutida como real pela grande mídia e pelos políticos e militantes oposicionistas.

Já em 25 de março deste ano, a área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) publicou um relatório em que afirmava não ter visto elementos suficientes que caracterizassem sobrepreço no contrato de compra da vacina indiana contra a Covid-19, Covaxin.

Este parecer refuta a acusação do deputado federal Luís Miranda (DEM/DF), que acusou o presidente Jair Bolsonaro de atuar no superfaturamento na compra do imunizante indiano.

Os políticos da CPI, porém, não tiveram o suposto cuidado que costumam ter na averiguação dos fatos. Os tais “checadores” de notícias e de falas de pessoas ligadas ao governo que vão à comissão ignoraram a fake news do blog O Antagonista publicada na quarta-feira (23/06).

A oposição ao Governo Bolsonaro criou a “Corrupção à moda da Viúva Porcina”, aquela que foi sem nunca ter sido.

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